domingo, 6 de abril de 2008

Representação do mundo pela matemática
Esta semana encerramos o trabalho em grupo da interdisciplina de matemática, achei complicado trabalhar em grupo virtualmente. Com as atividades de classificação e seriação, pude compreender como é importante desenvolver este trabalho com os alunos, pois muitas vezes o educando não desenvolve na disciplina de português, de matemática, de estudos sociais porque não foi desenvolvido noções básicas e simples como as citadas acima.
Na minha escola,conversando com uma colega de pré-escola sobre as atividades que poderíamos desenvolver com os alunos sobre classificação e seriação, ela me respondeu que isso já nem se usa mais, que ela própria nem passa" mais isso". O que esperar dos alunos se muitos professores já estão desistindo de si próprios, como irão cuidar do próximo "seu aluno". Espero aprender muitas coisas boas no decorrer dos conteúdos, estou gostando muito das atividades de matemática. Só não gostei foram dos vários lugares para postar atividades, me deixaram bastante confusa.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Seminário Integrador IV
Postei hoje a síntese do professor Silvestre, gostei muito de relembrar as angústias, as dúvidas do final de semestre, mas também foi muito gratificante, receber o comentário dos professores e colegas depois das apresentações, mostrando que foi válido os exemplos citados por todos do grupo, cada relato nos mostrou que realmente temos que inovar, que precisamos arregaçar as mangas e lutar contra os obstáculos que aparecem em nossos caminhos, pois os "louros" da vitória são bem gratificantes.
Representação do mundo pela matemática
Nessa semana senti uma certa dificuldade em postar as atividades da interdisciplina de matemática, é pbwiki, webfólio, mural, é muita confusão. Será que a professora não poderia adaptar um só lugar para as postagens. Com relação as atividades apresentadas pela professora foram bem divertidas, algumas atividades já são conhecidas em nosso trabalho docente, porém confesso que no 1º e 2º ano, me preocupo mais em trabalhar com número e quantidade, os trabalhos com classificação, seriação, contém x está contido, pertence x não pertence, tem um espaço restrito em meus trabalhos. Conversando com minhas colegas paralelas na escola identifiquei que as mesmas nem trabalham mais com essas atividades. Notei que as pessoas estudam e acabam guardando na gaveta tudo o que aprendem, pois essas colegas fazem poucos anos que formaram-se e já não inovam mais. Interessante como a acomodação acontece rápido, percebo que certas pessoas só fazem coisas novas quando estão na vitrine vou para ganhar uma nota, depois tudo acaba e volta ao velho quadro e giz.
Achei um pouco complicado trabalhar em grupo virtualmente, pois nem sempre conseguimos nos comunicar ao mesmo tempo, e acabamos perdidas sem saber se essa ou aquela colega recebeu os comentários, as anotações, ficou complicado de verdade.

sábado, 29 de março de 2008

Estudos Sociais

Quando li a palavra Estudos Sociais, logo lembrei de meus professores do ensino fundamental, tenho muitas lacunas para preencher, pois o ensino era muito tradicional, ler, responder e decorar para a prova. Fazer muitos mapas sem saber o motivo de fazê-los. Mas tudo passa somente as marcas ficam, espero poder um dia suprir esse horror pela disciplina de Estudos Sociais, e na verdade isso me afeta muito, pois sinto não ser uma boa professora quando tenho que trabalhar com história ou geografia( fico sempre achando que não vou conseguir fazer meus alunos gostarem das atividades, sei lá deve ser neurose das brabas.
Na minha escola até o ano passado tinha uma colega, que dava aulas de geografia e história, ao escutá-la(éramos vizinhas de sala), parece que eu estava novamente na quinta -sexta série, pobres alunos, leiam tais páginas, respondam tantas perguntas, isso irá cair na prova. Gente!Mais de 20 anos se passaram, e é dessa forma que infelizmente alguns colegas continuam trabalhando, só pode haver bagunça mesmo nas aulas. O problema acredito é que algumas pessoas com mais tempo no magistério têm dificuldades de inovar, pois tudo que é novo incomoda, dá trabalho para pesquisar e precisa de muito mais conhecimento por parte do educador. Os alunos ficam mais motivados, conversam mais, participam, interagem e isso por alguns é considerado bagunça. Que pena!!!
A atividade que a professora nós deu, trouxe muitas recordações, para alguns foi boa, significativa para outros nem tanto, mas precisamos lidar com os dois lados da moeda. Sinceramente espero com esta interdisciplina, perder essa aversão a Estudos Sociais, pois ensinamos bem e melhor quando gostamos daquilo que estamos falando ou trabalhando. Quero trabalhar atividades que desenvolvam o gosto e o interesse do meu aluno, não só as datas comemorativas como é o normal nas classes de currículo. Mas eu ainda não descobri como fazer isso, pois em todas as escolas na qual passei só encontrei colegas, que trabalhavam somente com as datas, como citei acima. Tenho consciência de que muito tenho a aprender nesta interdisciplina, e conto muito com a compreensão da professora Hilda.

Ciências Naturais

No dia 25/03, tivemos a apresentação da interdisciplina de Ciências, com o professor Edson, aula boa passa muito rápido, foi o que aconteceu com está aula. A atividade que o professor nos deu, a princípio pareceu estranha, mas conforme líamos as palavras, os desenhos iam formando-se em nossa memória. Quando começamos a fazer as comparações no grupo, é que surpresas foram aparecendo, algumas pessoas são mais razão, outras mais emoção. Outras vezes os desenhos eram bem semelhantes, como se ainda fossemos crianças do ensino fundamental. Quando li a palavra saudade(lembrei no mesmo instante a imagem de meu pai), na palavra energia( lembrei de minhas filhas, que são os tesouros, a motivação de minha vida). Porém quando li a palavra célula( não conseguia lembrar como desenhá-la( será que foi uma aula que não me motivou o suficiente para ficar marcada em minha memória?). O que interessa é que precisamos realmente ser inovadores, fazermos atividades que façam nossos alunos agentes do seu aprendizado, somente assim a aprendizagem será significativa( e daqui a alguns anos quando um professor pedir que desenhem uma célula eles possam lembrar...),espero aprender com o professor Edson, muitas atividades, inovações, para trabalhar com meus alunos e também passar para meus colegas de escola, para fazermos nossas aulas cada vez melhores.

Seminário Integrador IV

Desculpem não ter nenhuma postagem da semana passada, é que estava com uns problemas de acesso no meu computador.
Foi muito bom rever todos os colegas novamente, passei as férias só lidando com doença, mas graças a Deus, meu tio descansou e consegui ter um retorno mais tranqüilo para a escola e para a faculdade.
Quando revi o professor e minhas colegas notei que estava sentindo falta desta correria, dessa vida, dessa motivação que uns passam para os outros, e principalmente pela paciência do nosso querido professor Silvestre, da amada professora Geni, que acolhe a todos nós sempre com aquele sorriso amigo, aquele abraço acolhedor.
Estava com muitas expectativas quanto a nossa professora de matemática, mas foi um encontro bem gratificante. A melhor parte da aula, foi o momento em que brincamos( a caixa surpresa no início foi bem instigante, saber o que tinha ali dentro, colocar a mão dentro de algo em que não conhecíamos. Já o jogo de baralho foi mais complicado, pois eu não conhecia e no príncipio não estava entendendo, após uma explicação da professora e de uma conversa no grupo conseguimos entender o processo de tal baralho, e de como poderíamos jogá-lo. Interessante como ficamos iguais aos nossos alunos na hora de enfrentar algo novo, de brincarmos.
Outra parte desta aula de matemática que achei bastante interessante, foi o momento que a professora pediu que falassemos sobre nossas dificuldades, nossas dúvidas, em relação ao trabalho com a matemática. Como alguns colegas encontram dificuldades em dizer ou admitir que não sabem ou não possuem domínio suficiente para trabalhar com esse ou aquele material, mas quando alguém tem coragem para admitir que não sabe, aí mais pessoas entram no barco.
Esse semestre foi precisar de muita ajuda, pois tenho uma Síndrome de Down e um aluno com desvio de comportamento, e não tenho a mínima idéia de como trabalhar a matemática com eles. Mas tenho consciência de que preciso ajudá-los, porém não sei como.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Dia 27/11, tivemos uma aula muito interessante, pois estávamos angustiadas, apreensivas, imaginando como seria a apresentação da história de Dona Baratinha. Sendo que, havíamos ensaiado apenas um dia. Incrível como as pessoas acabam entrando no personagem que irão representar, uma colega do nosso grupo a Ione, era a mais empolgada, ela representava todos os animais que apareciam na história, o que mais chamou minha atenção é que às vezes aquelas pessoas que achamos mais tímidas, encabuladas são as que mais se destacam em alguma apresentação. Minhas colegas de grupo, estão de Parabéns, pois apesar de todo nervosismo, apresentaram com muita calma, serenidade e também com muita diversão. Parabéns!!!
Como lemos na interdisciplina de Literatura" quem conta um conto aumenta um ponto", nós aumentamos alguns personagens, para que todos tivessem sua vez na apresentação, mas sempre respeitando o enredo da tão conhecida história da Dona Baratinha.
Como narradora, senti-me satisfeita, pois o microfone para mim era um terror, e acabei também superando esse (bicho- papão). Como disse a Ana Laura é uma forma de treinamento, acho que tive uma boa dicção, procurei controlar a altura de minha voz, tentei usar sempre a mesma intensidade ao narrar a história. Sei que para uma próxima apresentação terei mais segurança e poderei sair-me melhor.